segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Uma viagem astrológica pela sua personalidade


 
Um grupo de 6 adolescentes, num mergulho de autoconhecimento, através da astrologia. 4 encontros que estão sendo mágicos. Ser co piloto neste processo está sendo uma grande aventura




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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Mapeando você!



A vontade de trabalhar com adolescentes me fez montar um trabalho onde misturo Astrologia e psicologia.
A princípio pensei em 4 encontros, onde o conhecimento astrológico será uma  ferramenta para autoconhecimento.


Vivemos um momento hiperlink, com tantas ferramentas de comunicação, mas tão pobre no contato interno. A proposta aqui é instrumentalizar essa geração a olhar um pouco pra dentro, fazer contato com seus desejos, anseios, medos e ter um repertório ampliado para lidar com isso.


Onde a astrologia entra nisso?

Vamos construir seu mapa astral as avessas, uma vez que o faremos através da percepção que cada um tem de si mesmo.

O conhecimento astrológico será apenas uma ferramenta para cada um acessar dados da sua personalidade.

 Na primeira aula falaremos sobre os elementos: fogo, terra, ar e água. A partir daí experimentaremos o elemento que mais combina com cada um. Isso será registrado e compartilhado com o grupo.

Na segunda aula falaremos sobre os 3 ritmos que regulam a astrologia: cardinal, fixo e mutável. Através da percepção intuitiva chegaremos no ritmo que impera em cada individuo, e mais uma vez registraremos e compartilharemos com o grupo.


Na terceira e quarta aula o assunto se expande para os 12 signos. Novamente iremos identifica-los com princípios básicos do pensar e agir. Aqui já teremos ferramentas para identificar como funciono: penso assim, sinto assado. Sou assim com meus amigos, mas assado com minha família, e assim por diante.


Ninguém sairá daqui sabendo fazer mapa astral, terão sim uma noção de astrologia, pois minha intenção é muito mais trabalhar o individuo dentro do grupo, ajuda-lo a se dar conta de suas escolhas, seu corpo, seu comportamento dentro e fora do grupo.

Pensei este formato para adolescentes, justamente para facilitar  o contato com sua personalidade em formação, ampliando o repertório de sua auto percepção



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A ostra e o porco espinho!


 http://4.bp.blogspot.com/-7Rk8k4oK8fk/T1iPuMCexxI/AAAAAAAAG1k/kq_uo5hKARI/s1600/porco-espinho.jpg




Existe uma lenda a respeito do porco espinho que sempre me vem a cabeça, seja por me identificar profundamente com ela ou mesmo para usar de exemplo para pessoas que como eu, tendem ao isolamente em momentos de dor.
Ai vai:
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se  agrupar, assim se aqueciam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Reagindo a isso, começaram a se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados.
Precisavam fazer uma escolha: ou morrer sozinhos ou sobreviver e aceitar a dor que a convivência impunha.
Nada como a sabedoria que vem do instinto de sobrevivencia! Sobreviver era sinônimo de conviver, e assim, aprenderam a lidar com as pequenas feridas que as relações  podem causar!

Eu tô mais pra ostra, do que pra porco espinho. Diante da dor, me fecho e tento ser auto suficiente. Quando deixei de ser só eu e virei família, essa defesa caiu por terra. Como lidar com as feridas vindas do relacionamento familiar? Como lidar com dor daqueles que mais amamos? Como protege-los, as vezes deles mesmos?

Filhos vem pra ensinar, esse é o ditado popular.  Nunca imaginei porém, que o ensinar significava me desconstruir. Eu posso dizer que pra sobreviver hoje, tô deixando de ser ostra pra virar o sábio porco espinho, aquele que aprendeu a unir forças respeitando as diferenças.

Boa semana pra todos!
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Que comam brioche! disse Maria Antonieta.

E deu no que deu!

Revolução criativa para um Brasil melhor

O Brasil definitivamente entrou na era de aquário. Nada mais aquariano do que um movimento popular sem uma liderança única, o COLETIVO por si, assumindo uma corrente para a mudança. Aquário rege as tecnologias e a coletividade, é um signo revolucionário que busca de forma criativa novas formas de expressão. Foi isso que vi nas ruas até agora. Um grito coletivo por um  país mais justo, usando a tecnologia para passar e compartilhar informção. Cada cidadão hoje pode ser repórter ativo daquilo que presencia. Os meios de comunicção não serão mais os mesmos depois dessa manifestação. Esse paradigma foi quebrado.
Nós vimos pelo face a Rio Branco ser tomada com gritos "sem violência", vimos o metrô de São Paulo pulsando de gente cantando o hino nacional. Não foi a Rede Globo, o SBT, Band, nem afins, foi o cidadão, com seu celular, registrando tudo em loco e repassando. A informação correu o mundo, ganhou manchetes.
Urano, regente de Aquário, foi descoberto entre a revolução francesa e americana, uma época onde o mundo clamava por uma nova forma de organização política e social. O grito de liberdade guiava as pessoas no velho e no novo mundo. Algumas cabeças rolaram , é verdade, e espero que hoje isso ocorra apenas no sentido figurado. A  conquista da liberdade parece vir sempre acompanhada repressão. Foi asim com movimento hippie na década de 60 e 70.  Sabe-se lá por que quando os jovens pedem paz, amor e liberdade as autoridades ficam tão temerosas....
O medo gera uma reação agressiva. Foi o que vimos nesses primeiros dias de protesto pelas ruas. uma Ação desmedida por parte da policia. Estranhamente a mesma policia não reagiu ao ver a ação de verdadeiros vandalos.  Teoria da conspiração a parte, que foi estranho, ah isso foi. Uma dezena de babacas não mancha essa marcha linda que tá correndo o Brasil, mostrando aquarianamente que estamos todos de saco cheio dessa politicagem podre que impera na vida pública Brasileira.
Salve Galera, tá bonito. A saúde tá no movimento, e definitivamente saímos da inércia. Isso por sí já tá valendo!

domingo, 19 de maio de 2013

Uma casquinha da exposição.

Humano Possivel, ganhou corpo, cor, contornos.Um pouco deste processo está agora nas paredes do Parque Lage e faz parte da exposição: Territórios Gráficos.
Um homem que se funde com sua história, e aos poucos vai ganhando força, sangue, coração.
Aí vai um pouquinho do que está exposto lá no Parque Lage.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Humano Possível no Parque Lage

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Hoje a noite estarei expondo um trabalho no Parque Lage. Dei a ele o nome deste blog: Humano Possível. Não foi intencional, na verdade só me dei conta depois de um ano de trabalho, quando olhei para o processo e percebi que não havia outro nome para dar.
Alí estava: O humano, as vezes figura, as vezes misturado ao fundo, vivendo seus duplos, seus vazios, ganhando contornos e emoções, diante de cenários rasgados, ranhurados, sujos, descontruídos.
Fiquei feliz com o resultado.
Uma aflição percorre o corpo e trava a mandíbula. Nada que paralise, mas está aqui, presente.
Meu Humano possível, que nasceu de um desejo de trocar idéias, agora ganhou corpo, cores, e até um coração.
Agora ele tá lá, nas paredes da minha escola. No Parque Lage.